terça-feira, 26 de abril de 2011

“DEIXA JESUS EM PAZ!”

Jesus? Judas? Maria? Pilatos? Nada disso. Quem roubou a cena na Paixão de Cristo foi o Tião

“É o Jesus, cara!”

REVISÃO PARA O VESTIBULAR

Guia de Estudos para passar no vestibular - Geografia




Por: Mundo Vestibular

O espaço mundial.

Desigualdades sócio espaciais das atividades econômicas, população, trabalho e tempo livre, centros de poder e conflitos atuais.

A distribuição territorial das atividades econômicas.

1 - A natureza como recurso para o desenvolvimento das atividades econômicas: extrativismo, coleta e produção agropecuária. A utilização dos recursos naturais e os impactos ambientais.
2 - Os processos de industrialização, urbanização e metropolização e o desenvolvimento desigual dos países.
3 - Os grandes centros econômicos e sua organização territorial: Estados Unidos, Japão e
Europa Ocidental.
4- Diversidade geográfica e socioeconômica da América Latina, África, Ásia e Oceania.
5 - A integração dos países pelas redes materiais e imateriais. As redes de transporte e a circulação
de mercadorias e as redes imateriais: fluxos de informação, de comunicação e de capital financeiro.
A população mundial: estrutura, dinâmica e mobilidade geográfica.

1 – Estrutura e dinâmica populacional, desemprego e exclusão social.
2 - Mobilidade populacional: migração de trabalhadores, fluxo de turistas e de refugiados políticos.

Tempo livre: diferenças geográficas e sociais.

1- O lazer e o entretenimento na sociedade atual: direito ao lazer e sua mercantilização.
2 - O turismo como atividade econômica e suas diversas formas.
3 - Os impactos sócio-ambientais da atividade turística.
4 - O esporte. A indústria cultural.

Do mundo bipolar ao mundo multipolar.

1 - Surgimento e crise do mundo bipolar: as potências coloniais, a Primeira e a Segunda Guerras
Mundiais, as superpotências, o movimento dos países não alinhados, a corrida armamentista e a
Guerra Fria.
2 - Implicações geopolíticas da desestruturação da União Soviética: crise e desagregação da URSS
e a reestruturação política do leste europeu.
3 - O mundo multipolar: a hegemonia mundial dos Estados Unidos e os novos pólos do poder
mundial: Alemanha, França, Reino Unido, Japão, China e Rússia. As potências regionais: África do
Sul, Brasil e Índia.
4 - A organização do poder econômico e político mundial: os principais organismos internacionais,
os blocos econômicos regionais, os grandes grupos econômicos internacionais e as organizações não
governamentais.
5 - A emergência de conflitos regionais e a questão das identidades sócio-culturais: étnicas, tribais e religiosas.

O espaço geográfico brasileiro.

A formação do território, a distribuição territorial das atividades econômicas, população e participação do Brasil na ordem mundial.
1 - A formação do território brasileiro e a gênese das desigualdades sócio-espaciais contemporâneas. A produção de espaços vinculados ao comércio colonial exportador.
2 - Os espaços geográficos complementares à economia colonial exportadora.
3 - As fronteiras territoriais.

A distribuição territorial das atividades econômicas.
1 - A natureza como recurso para o desenvolvimento das atividades econômicas.
2 - A exploração vegetal e a pesca.
3 - Os recursos minerais, as fontes de energia e os impactos ambientais.
4 - O modelo energético brasileiro.
A diversidade regional da agricultura e da pecuária brasileira.

1 - Da subsistência à modernização
agropastoril. A questão da propriedade territorial, das relações de produção e de trabalho.
2 - O complexo agro-industrial. A política agrícola e os mecanismos de financiamento das atividades no campo.
3 - A reforma agrária e os movimentos sociais no campo.
4 - A agricultura e os impactos ambientais.

O processo de industrialização brasileiro.
1 - Gênese da indústria: a cafeicultura e a concentração de riqueza em São Paulo.
2 - O processo de industrialização, a
concentração da atividade industrial no Brasil e a recente desconcentração espacial da indústria.
3 - A industrialização restringida, a substituição de importações e o desenvolvimento de pólos industriais e tecnológicos.
4 - O processo de industrialização e o desenvolvimento desigual das regiões brasileiras.

O processo de urbanização e a constituição da rede urbana brasileira.
1 - O desenvolvimento metropolitano e as atividades de serviços.
2 - A produção científica e tecnológica no Brasil: as instituições de pesquisa.
3 - A urbanização e os impactos ambientais.
4 - Os movimentos sociais urbanos.
5 - As regiões brasileiras e o Estado de São Paulo.

A população brasileira: estrutura, dinâmica e mobilidade geográfica.
1 - A formação da população brasileira. A questão indígena e as seqüelas da escravidão africana. A imigração européia e asiática.
2 - Estrutura e dinâmica da população brasileira, emprego, distribuição da renda e exclusão social.

Os indicadores de qualidade de vida.

1 - A distribuição espacial da população, migrações internas e externas. Migração de
trabalhadores, fluxo de turistas e de refugiados políticos.

O Brasil na nova ordem mundial.

1 - Participação do Brasil nos organismos internacionais, sua relação com os centros hegemônicos mundiais, e com blocos econômicos regionais.
2 - O Brasil e os Estados Unidos.
3 - O Brasil e a América Latina. A relação com os países amazônicos. A formação e o desenvolvimento do Mercosul.
4 - O Brasil e seus demais parceiros internacionais.

O planeta Terra:

1 - Os climas e os ecossistemas terrestres, o relevo e a água na superfície terrestre.
2 - O planeta Terra.
3 - Origem do Universo e do planeta Terra: hipóteses explicativas.

Movimentos principais da Terra e suas conseqüências.
1 - Estrutura interna da Terra.
2 - Os sismos e o conhecimento das camadas internas. A crosta terrestre e sua composição. Origem e evolução dos continentes e a deriva continental.
3 - A tectônica de placas: distribuição das placas na superfície terrestre e seus movimentos. Bordas de placas, atividade vulcânica e formação de montanhas.

Natureza e origem das rochas.
1 - Minerais constituintes e tipos de rochas. O ciclo das rochas.
2 - As rochas, os fósseis e a escala do tempo geológico. A idade da Terra.
3 - Recursos minerais e sua distribuição.

Origem e evolução dos depósitos de combustíveis fósseis.

1 - Recursos minerais no Brasil.
2 – Os climas e os ecossistemas terrestres.
3 - O clima.
4 - A atmosfera: composição química.
5 - Temperaturas e circulação atmosférica.

As mudanças de temperatura e os fatores geográficos. As precipitações.
2.1.3 - Tempo e clima. Zonalidade climática.
2.1.4 - O efeito estufa natural. As mudanças climáticas.
2.2 - A biosfera. Conservação, uso, manejo e estado atual dos ecossistemas.
2.2.1 - Distribuição geográfica dos climas e a distribuição da vegetação.
2.2.2 - Ecossistemas das zonas polares, temperadas frias, temperadas, áridas e de altitude.
2.2.3 - Os ecossistemas intertropicais e sua diversidade.

O relevo terrestre.

1 - Fatores endógenos.
2 - Escudos e bacias sedimentares antigos e modernos e cadeias dobradas. Tipos de relevo associados.
3 - A formação das montanhas: falhas e dobras. Tipos de relevo associados.
4 - Vulcões e relevo vulcânico.
5 - Escala de unidades geomorfológicas: magnitude, tamanho e permanência.
6 - Origem e evolução da plataforma brasileira. Os tipos de relevo.
7 - Fatores exógenos.
8 - Os ambientes terrestres e o modelado do relevo. Intemperismo e pedogênese.
9 - Morfogênese: formas e depósitos associados nos ambientes polares, temperados frios, temperados, intertropicais, áridos e de altitude.
10 - O modelado antrópico.
11- O modelado do relevo brasileiro.

A água na superfície terrestre.
1 - Oceanos e mares.
2 - A água em movimento: correntes marinhas, ondas e marés.
3 - O relevo e os ambientes submarinos.
4 - A temperatura e a salinidade como
fatores de distribuição das espécies.
5 - A plataforma e as bacias oceânicas brasileiras: biodiversidade, recursos minerais e impactos ambientais.
6 - Formas resultantes da dinâmica marinha, dos fatores tectônicos e dos seres vivos na interface continente-oceano.
7 - O litoral brasileiro: os tipos de costa e sua evolução. Os ecossistemas costeiros: conservação, uso, manejo e estado atual.

Os ambientes de água doce.
1 - A bacia hidrográfica como unidade de análise. A rede hidrográfica.
2 - Os sistemas fluviais: formas e depósitos. Os rios meandrantes e os deltas.
3 - A vida no ambiente fluvial.
4 - As bacias fluviais brasileiras: conservação, uso, manejo e estado atual.
5 - A água nos ambientes áridos e semi- áridos: rios anastomosados e leques aluviais.
6 - Lagos e águas subterrâneas. Tipos de lagos. A vida nos ambientes lacustres.
7 - Geleiras: formas e depósitos associados. A vida no ambiente glacial.

A questão ambiental

Os ciclos globais, a agenda ambiental internacional e as políticas ambientais no Brasil.
1 - Os ciclos globais e o ambiente terrestre nas questões internacionais.
2 - Escala temporal das flutuações climáticas.
3 - O sistema climático tropical e o fenômeno

ENSO (El Niño/Oscilação Sul).

1 - Episódios ENSO e o clima global: secas na África, desertificação, variabilidade das monções, atividade ciclônica no Atlântico e oscilações de temperatura na zona extratropical.
2 - Os resultados físicos das mudanças químicas: a intervenção antrópica. A Convenção sobre Mudanças Climáticas Globais.
3 - A intensificação do efeito estufa e o aquecimento global. O buraco na camada de ozônio. O Protocolo de Montreal.
4 - O uso intensivo do solo e a desertificação. A Convenção sobre Desertificação.
5 - Os países de megadiversidade biológica. A Convenção sobre Diversidade Biológica.

A agenda internacional ambiental e o movimento ambientalista.
1 - A questão ambiental na ONU e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
2 - As Conferências internacionais sobre o ambiente.
3 - A participação do Brasil nas reuniões internacionais sobre o ambiente.
4 - A participação das organizações não governamentais ambientalistas em organismos internacionais.
5 - As diferentes visões do ambientalismo.

Políticas públicas ambientais e o ambientalismo no Brasil.
1 - A institucionalização da temática ambiental no Brasil.
2 - A legislação ambiental brasileira.
3 - Os Conselhos sobre o meio ambiente e a participação da sociedade civil.
4 - Políticas de gestão dos recursos hídricos.
5 - Os Comitês de Bacia.
6 - O uso dos aqüíferos.
7 - Políticas de conservação da diversidade biológica brasileira.
8 - As unidades de conservação no Brasil.
9 - O acesso aos recursos genéticos do Brasil e o conhecimento desses recursos pelas comunidades locais.
10- O ambientalismo no Brasil.

A Cartografia, disciplina auxiliar da Geografia.

1 - O sistema de coordenadas terrestres. As coordenadas geográficas. Hemisférios e zonas terrestres.
2 - A representação da superfície terrestre: projeções cartográficas, escalas de representação e tipos de mapeamento.
Mapeamento da Terra por satélite. Aplicações geográficas das imagens de satélite.
3 - A linguagem cartográfica como meio de compreensão e expressão de fenômenos da realidade.
4 - As diferentes formas de representação gráfica no tratamento da informação de fenômenos da realidade.

sábado, 23 de abril de 2011

Filmes que gostaríamos de ver!

ALGUNS DESSES TRAILLERS SÃO FAKE (DE MENITINHA) E OUTROS NÃO. DESCUBRA QUAIS SÃO!!!

FILME DO MARIO BROS





FILME DO THUNDECATS





GOONIES 2



SMURFS, O FILME





LANTERNA VERDE, O FILME



PELÉ, O NIJA DO GUETO



THOR, O FILME



CAPITÃO AMÉRICA, O FILME

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Pro Dia Nascer Feliz

DICA DE VÍDEO

Tamanho: 256MB
Gênero: Documentário Nacional
Formato: Avi
Qualidade: DvdRip
Audio: Português
Legenda: S/L
Uploader: Wellington
Classificação etária: Não informada
Ano de Lançamento: 2006
Servidor: Megaupload

[+] DOWNLOAD

Sinopse: As adversas situações que o adolescente
brasileiro enfrenta dentro da escola. Meninos e
meninos, ricos e pobres em situações que
revelam precariedade, preconceito, violência
e esperança. Em três estados brasileiros, em
classes sociais distintas, adolescentes falam
da vida na escola, seus projetos e inquietações
numa fase crucial de sua formação. Professores
também expõem seu cotidiano profissional,
ajudando a pintar um quadro complexo das desigualdades e da
violência no país a partir da realidade escolar. Prêmio especial do júri
no Festival de Gramado 2006.

terça-feira, 19 de abril de 2011

PROF ELIAN LUCCI - INDICAÇÕES E DOWNLOADS


Sensacional o site do Professor Elian Lucci, autor de vários livros de Geografia. Vejam as sessões indicações e Downloads

Aula sobre Fusos Horários

Peguei no Site do MEC. Espero que gostem!



Indio é gente



Autor(es): Xico Graziano
O Estado de S. Paulo - 19/04/2011
Hoje é o Dia do Índio. Merecido. A data ajuda a valorizar as origens da sociedade, provoca reflexão sobre o presente. Difícil é descobrir o que guarda o futuro para os remanescentes indígenas. Haverá espaço para eles na sociedade pós-moderna?
Talvez 5 milhões de nativos, ninguém sabe ao certo quantos, viviam no Brasil na época do descobrimento. Distintamente da colonização espanhola na América Central, os portugueses aqui não atuaram para dizimá-los. Longe do confronto, os índios mantiveram espírito colaborativo com os colonizadores.
Eram rudimentares e dispersos os índios brasileiros. Viviam como na Idade da Pedra. Ignoravam a faca e o anzol, nunca haviam visto uma galinha ou um cavalo, comiam mandioca, desconheciam a banana. Não ergueram castelos nem usavam joias. Esse "atraso" histórico os levou ao encantamento com as bugigangas tecnológicas trazidas pelos portugueses.
Sabe-se que as doenças europeias - gripe, sífilis, rubéola - causaram elevada mortandade nos povos originais das Américas. A perda de territórios e a miscigenação também foram causas de decréscimo populacional. Resultado: hoje se contam 460 mil índios nas aldeias, distribuídos entre 225 tribos. As línguas originais, estimadas em 1.300, reduziram-se a 180 dialetos.
Somam 107 milhões de hectares as reservas indígenas brasileiras, distribuídas em 611 territórios, dos quais 98% pertencem à Amazônia. Não é pouco. Tais espaços, protegidos pela Fundação Nacional do Índio (Funai), ultrapassam em 48,6% a área cultivada no País, exceto pastagens. Significa que cada índio, contando crianças e mulheres, domina uma média de 228 hectares. Na agricultura, a área média dos estabelecimentos rurais, segundo o IBGE, soma 68,2 hectares.
Pode parecer muita terra para pouco índio. Mas faz sentido. Além da necessidade de preservação florestal das imensas glebas, tornado viáveis a caça e a pesca artesanal, as reservas indígenas cumprem, simultaneamente, função ambiental relevante, protegendo valiosos ecossistemas naturais. Justificam-se, assim, duplamente.
O núcleo da questão indígena não reside no tamanho da área que eles ocupam. Nem na recente, e controversa, demarcação de novos territórios, que avançam sobre terras agricultadas há décadas, particularmente em Roraima e em Mato Grosso do Sul. O dilema, mais complexo, advém do papel destinado aos remanescentes indígenas na sociedade atual. A dúvida parece ser eterna: é melhor mantê-los distantes, isolados, ou certo seria promover sua integração na sociedade? Tutela ou suicídio étnico?
A prudência indica o caminho do meio. Mas a rota é difícil. Os vetores da modernidade, alimentados pela facilidade da comunicação, atingem em cheio as aldeias indígenas, afetando seus costumes e danificando sua cultura secular. Levam, ao mesmo tempo, qualidade de vida e alcoolismo, televisão e prostituição. Como se opor ao progresso?
Jean-Jacques Rousseau, em seu famoso Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens (1755), provocou uma grande polêmica ao defender o "nobre selvagem". Dizia o filósofo suíço que o "estado de natureza" primitivo era moralmente superior à civilização, pois esta deformava a essência humana. Deu o que falar.
É aristotélica a discussão, que nunca perdeu sua pertinência, sobre o caráter da natureza humana. Agora, sob os imperativos da sociedade tecnológica e globalizada, a pergunta permanece: serão os povos tradicionais naturalmente bons? A pergunta nunca esboçou fácil resposta.
Recentemente estive no México visitando as ruínas das civilizações pré-hispânicas, desde a cidade sagrada de Chichén Itzá, símbolo da civilização maia, até o recém-descoberto Templo Mayor dos astecas e o mistério de Teotihuacán, com suas magníficas pirâmides do Sol e da Lua.
Curtir aquela estranha beleza histórica não suplanta o horror de descobrir que templos, pirâmides e cenotes eram, na verdade, venerados locais de sacrifícios humanos. Princesas se assassinavam barbaramente em rituais religiosos, alimentando o poder macabro daquelas sociedades antigas. Para os astecas, o equilíbrio cósmico só seria mantido se os deuses fossem alimentados com "corações palpitantes". Crueldade pura.
Nós somos levados a ser condescendentes com os povos primitivos, talvez por buscarmos um subterfúgio que esconda as mazelas da sociedade atual. Esse esconderijo mental, ultimamente, inventou que os indígenas seriam "ecológicos". Um conceito idílico, falso.
Os tupiniquins foram grandes incendiários da floresta virgem, utilizando o fogo para abrir roça - a conhecida "coivara" - e encurralar a caça. A devastação da floresta atlântica começou com a aliança entre portugueses e índios. Juntos, com machado afiado, derrubaram todas as árvores de pau-brasil que conheciam.
Questionar a santidade dos antepassados explica parte do sucesso do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, imperdível livro de Leandro Narloch. Ele "joga tomates" na historiografia oficial e contesta o mito do índio como homem puro, vivendo em harmonia com a natureza, ideia comum na cabeça das pessoas, das crianças principalmente.
Nas comemorações do Dia do Índio, a melhor forma de valorizá-los será tratá-los dentro da sua própria vivência, jamais os estereotipando como sublimes representantes da bondade celestial. Há índios perversos, como perversos são aqueles que não os toleram.
Apostar na diversidade étnica e cultural mistura respeito com realismo. As famílias indígenas carecem ter oportunidades, educação, vida saudável, cuidados do Estado. Nada que ver com a tutela que os trata como se incapazes fossem.
Índio é gente, ser humano, não bicho estranho.

domingo, 17 de abril de 2011

Seu filho está praticando ou é vítima de Bullying


Manual ensina a identificar se seu filho está praticando ou é vítima de Bullying

“Girafa”, “vovó sem dente”, “substantivo abstrato”, “cafona”, “desdentada”, “feia”, “piolho”... Estes foram os apelidos nada delicados que F.G.C.S, de 21 anos, recebeu durante toda a infância e adolescência, nos colégios pelos quais passou. Não era uma brincadeira inocente.
— Os ataques começaram quando eu tinha 4 anos e se prolongaram. Hoje, sofro de síndrome do pânico e vi minha vida destruída por pessoas sem coração — desabafa F.
Casos como os dela proliferam no mundo. Se o comportamento de alguém ou de um grupo agride, verbal ou fisicamente, de forma insistente, isso se chama bullying. O termo tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.
A prática é a que mais cresce no mundo e preocupa autoridades, pais e professores.
— As vítimas de bullying, normalmente, são aquelas fora dos padrões de beleza impostos por um grupo ou sociedade — explica a psicóloga Maria Tereza Maldonado, autora do livro “Bullying e Cyberbullying — O que fazemos com o que fazem conosco?”.
Maria Tereza deixa claro em sua pesquisa que existem três grupos: os agressores, as vítimas e os espectadores do bullying. E ressalta que uma vítima pode ser também um praticante:
— É como se ele precisasse descontar em outro. Comumente, a vítima também oprime alguém, reproduz o comportamento do agressor. Não é útil ver a vítima como totalmente frágil e o autor totalmente “fortão”.
Sinais de alerta
Mas como saber se seu filho ou aluno está inserido num dos grupos de bullying e não pensar que o assunto é frescura ou uma brincadeira de criança?
— Medo de ir à escola, material escolar destruído ou rasgado, dinheiro ou merenda roubada constantemente, enjoos e dores de cabeça nas horas que antecedem a ida para o colégio ou a queixa destes sintomas antes da hora da saída ou do recreio, queda no rendimento escolar e vontade de mudar de escola. Se seu filho tem algum destes sintomas, fique atento — diz o educador Gustavo Teixeira, em seu livro “Manual antibullying”.
A prática pode estar em casa
Para o ator e autor Mar’Junior, de 50 anos, da Cia Atores de Mar, o bullying começou na própria casa. O pai, um homem autoritário e intolerante, frequentemente chamava o filho de burro. A insistência era tanta que Mar’Junior repetiu os primeiros anos primário, ginasial e científico.
— Tinha pavor de fazer prova, aquilo era um sofrimento para mim. Mesmo adulto, dirigi anos sem carteira de motorista porque tinha ataques de ansiedade com a prova. Testes em emissoras de TV também nem pensar — descreve ele, que hoje tenta ajudar crianças e jovens que passam por situação semelhante levando às escolas o espetáculo "Bullying": — Fazemos uma abordagem do assunto através de esquetes. A peça dura 30 minutos e ao final sempre promovemos um debate com os estudantes. O fato é que as pessoas não estão preparadas para lidar com essa onda de violência, que muitas vezes pode parecer apenas uma brincadeira não muito inocente.
O dia do revide
De tanto sofrer com as agressões em casa, Mar’Junior também foi uma vítima na rua. Cansou de apanhar dos "colegas", até o dia do revide. Quando bateu em alguém, tornou-se um agressor. Formou uma espécie de bando e aterrorizou outros meninos que considerava "fracotes".
— Quem sofre o bullying, em algum momento, tenta descontar essa raiva contida, o que está errado. Só com diálogo é possível mudar este cenário. Os pais têm que ser mais parceiros de seus filhos, ouvi-los, compreendê-los e estabelecer limites — aconselha ele, pai de duas meninas na faixa de 20 anos.
Tanto Maria Tereza Maldonado quanto Mar’Junior são enfáticos ao dizer que mesmo tendo sofrido bullying, Wellington Menezes de Oliveira não causou o massacre de Realengo por conta disso, mas sim por problemas psicológicos. Mas alertam que as marcas dessa prática são para a vida toda quando não percebidas ou tratadas.
— O bullying está em todas. Nas escolas públicas e particulares. É preciso que haja empenho para desenvoler um programa antibullying. E a melhor forma é reestabelecer o respeito que tem que haver entre seres humanos — ensina Mar’Junior.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sem aeroportos para a Copa, governo torce para que teletransporte seja inventado até 2014

AVISO: Essa notícia é uma brincadeira do site sensacionalista, mas bem que poderia ser verdade devido a ineficiência do poder público de se criar infra-estrutura de transportes e comunicações.

Estatísticas de acesso das páginas dos alunos

OS 15 PRIMEIROS DIAS

Criei as sessões das escolas no Blogão do Lobão e não mais no Portal Geográfico do Lobão para poder atualizar o mês inteiro e para organizar as estatísticas de acesso dos alunos.
Vejam as estatísticas das Páginas das escolas de 31/03 até 15/04



Terremoto no japão e Usina nuclear


Efeitos da radiação nuclear sobre a saúde humana (Foto: Arte/G1)Arte / G1)
VALE ESTE MAGNITUDE REVISADO - Entenda o terremoto no Japão (Foto: Arte/G1)Arte / G1)
(*) Com informações das agências de notícias Associated Press e Efe
RETIRADO DO G1

quinta-feira, 14 de abril de 2011

OS TIMES DE FUTEBOL E A TELEVISÃO

Quarta-feira é dia de futebol e futebol me lembra essa confusão toda do Campeonato Brasileiro com as emissoras de TV interessadas em transmitir os jogos.

Por isso resolvemos fazer um tipo de Guia Comentado sobre as semelhanças entre os times brasileiros e as emissoras de TV do Brasil.

“Aí sim, fomos surpreendidos novamente!”

VI NO JACARÉ BANGUELA

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Geopolítica da ONU

Clique aqui para ver os slides

Geopolitica ONU


PROTEGER E SERVIR

PROTEGER E SERVIR

O vídeo abaixo, aparentemente gravado na Praça XV (Rio de Janeiro), mostra um policial militar apreendendo o skate de um rapaz sob a pretexto de que não seria permitido (?!?) praticar o esporte ali. O dono do skate, ao lado dos amigos, tenta argumentar dizendo que não fazia nada de errado e que não teria ouvido o pedido do oficial. Em vão.

O que nem policial e skatistas esperavam é que, durante a discussão, uma jovem entrasse em cena, chorando, para reclamar de um assalto a metros dali.

Aproveitando a distração do PM, o rapaz pegou o skate de volta. Foi o suficiente para evidenciar ainda mais o desrespeito de mão-dupla entre cidadão e autoridades despreparadas

Ah! O assaltante agradece.


VI NO KIBELOCO

RELÓGIO DA TERRA

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